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Uma Breve História da Filosofia - L&pm Pocket (Cód: 4319945)

Warburton,Nigel

L&PM

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Descrição

'Se você está procurando um livro sobre filosofia, Uma breve história... é o lugar para começar. Acessível, engraçado e informativo.” Sacramento News and Review

Uma breve história da filosofia apresenta os grandes expoentes do pensamento ocidental e explora suas principais ideias sobre o mundo e sobre a melhor maneira de viver nele. Em quarenta capítulos, Nigel Warburton, um dos mais conhecidos e mais lidos filósofos contemporâneos, propõe uma rica jornada histórica, partindo da tradição iniciada com Sócrates, há aproximadamente 2.500 anos. O autor traz ainda dados interessantes sobre a vida e o pensamento de alguns dos mais instigantes filósofos como Kant, Maquiavel, Sêneca, Freud, Nietzsche, entre muitos outros. A leitura flui graças à maneira divertida que Warburton encontrou para encadear os capítulos: no final de cada texto, ele faz um link com o filósofo que vem a seguir. De maneira descomplicada, Uma breve história... recupera a grandiosidade da busca do entendimento filosófico pela humanidade e convida todos a se juntarem à discussão.

Características

Produto sob encomenda Não
Editora L&PM
Cód. Barras 9788525427533
Altura 17.80 cm
I.S.B.N. 9788525427533
Profundidade 1.60 cm
Acabamento Brochura
Tradutor Rogério Bettoni
Número da edição 1
Ano da edição 2012
Idioma Português
Número de Páginas 288
Peso 0.22 Kg
Largura 10.70 cm
AutorWarburton,Nigel

Leia um trecho

Capítulo 1 - O homem que perguntava Sócrates e Platão


Há cerca de 2.400 anos, em Atenas, um homem foi condenado à morte por perguntar demais. Houve filósofos antes dele, mas foi com Sócrates que o assunto realmente despontou. Se a filosofia tem um santo padroeiro, Sócrates é o seu nome. De nariz achatado, rechonchudo, malvestido e um pouco estranho, Sócrates era um sujeito deslocado. Embora fosse feio e não tomasse banho com freqüência, ele tinha um grande carisma e uma mente brilhante. Todos em Atenas concordavam que nunca existiu alguém como ele e provavelmente jamais existiria. Ele era único. Mas também era extremamente inoportuno. Ele se considerava um daqueles insetos de picada dolorosa, um moscardo. São irritantes, mas não causam danos tão sérios. No entanto, nem todos em Atenas concordavam com isso. Alguns o amavam; outros o consideravam uma influência perigosa. Quando jovem Sócrates foi um bravo soldado que lutou na Guerra do Peloponeso contra os espartanos e seus aliados. Quando atingiu a meia-idade, ele perambulava pela ágora, para parava as pessoas de tempos em tempos e fazia perguntas embaraçosas. Isso era mais ou menos tudo o que fazia. Porém, suas perguntas eram afiadíssimas: pareciam simples, mas não eram. Um exemplo seria a conversa dele com Eutidemo. Sócrates perguntou-lhe se ser enganador correspondia a ser imoral. “É claro que sim”, respondeu Eutidemo, o que para ele era uma obviedade. “Mas e se um amigo esti vesse muito triste e quisesse se matar, e você roubassem-lhe a faca? Não seria este um ato enganador?”, perguntou Sócrates. “Sim, com toda certeza”. “Mas fazer isso não seria moral em vez de imoral? Trata-se de uma coisa boa, não ruim – embora seja um ato enganador”, disse Sócrates. “Sim”, respondeu Eutidemo, que a essa altura já havia metido os pés pelas mãos. Sócrates, ao usar um contra exemplo, mostrou que o comentário geral de Eutidemo de que ser enganador é imoral não se aplica a todas as situações. Eutidemo não percebera isso antes. Repetidas vezes Sócrates demonstrou que as pessoas que encontrava na ágora realmente não sabiam o que pensavam saber. Um comandante militar daria início a uma conversa estando totalmente certo de que sabia o que significava a “coragem”, mas, depois de vinte minutos na companhia de Sócrates, iria embora totalmente confuso. A experiência deveria ser desconcertante. Sócrates adorava revelar os limites do que as pessoas entendiam genuinamente, bem como questionar as suposições que serviam de base para suas vidas. Para ele, era um sucesso quando uma conversa chegava ao fim e as pessoas percebiam o quão pouco sabiam. Algo muito melhor do que continuarmos acreditando que entendemos algo quando na verdade não entendemos. Naquela época, em Atenas, os filhos dos nobres eram enviados para estudar com os sofistas, professores sagazes que treinavam os estudantes na arte da retórica e cobravam muito caro por isso. Sócrates, em contrapartida, não cobrava por seus serviços. De fato, ele dizia que não sabia de nada, então como poderia ensinar? Isso não impedia que os estudantes o procurassem e ouvissem suas conversas, mas tampouco o tornava benquisto entre os sofistas. Um dia, seu amigo Querefonte consultou o Oráculo de Delfos. O oráculo era uma velha sábia, que respondia perguntas feitas pelos visitantes. Suas respostas geralmente tinham a forma de um enigma. “Existe alguém mais sábio que Sócrates?”, perguntou Querefonte. “Não”, foi à resposta. “Ninguém é mais sábio que Sócrates.” A princípio, Sócrates não acreditou quando Querefonte contou-lhe o ocorrido e ficou bastante confuso. “Como posso ser o homem mais sábio de Atenas quando sei tão pouco?”, pensou ele. Sócrates passou anos questionando as pessoas para ver se alguém era mais sábio que ele. Por fim, entendeu o que o oráculo quis dizer e que a velha estava certa. Muitas pessoas eram boas em várias coisas que faziam – carpinteiros eram bons em carpintaria, soldados eram bons na arte da luta. Mas nenhuma dessas pessoas era verdadeiramente sábia. Elas realmente não sabiam do que estavam falando. O termo “filósofo” origina-se das palavras gregas que significam “amor à sabedoria”. A tradição filosófica ocidental, aquela que este livro segue, espalhou-se por diversas partes do mundo a partir da Grécia antiga, às vezes fertilizada por ideias do Oriente. O tipo de sabedoria que ela valoriza é baseado no argumento, no raciocínio e em perguntas, e não em acreditar nas coisas simplesmente porque alguém importante nos disse que são verdade.