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Viva Como Você Quer Viver (Cód: 164112)

Shinyashiki, Eduardo

Gente

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Descrição

'Viva Como Você Quer Viver' mostra que cada um de nós é responsável pela criação do sucesso e do fracasso, da alegria e da tristeza, da harmonia e do conflito em sua vida. Com nossas escolhas, determinamos qual realidade queremos vivenciar. O autor propõe cinco passos para você assumir o comando da sua vida. Mais que passos, são oportunidades de refletir sobre o que vivemos e sobre o que queremos para nossa vida e nos oferecem possibilidade de pensar e procurar, com força e profundidade, as respostas para as perguntas cruciais da nossa existência.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Gente
Cód. Barras 9788573124323
Altura 21.00 cm
I.S.B.N. 8573124326
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Número da edição 1
Ano da edição 2004
Idioma Português
País de Origem Brasil
Peso 0.28 Kg
Largura 14.00 cm
AutorShinyashiki, Eduardo

Leia um trecho

Carta fora do baralho, zero à esquerda, peixe fora d’água, desorientado como um barquinho à deriva no oceano... A língua portuguesa é rica em expressões que definem o indivíduo deslocado e sem poder de decisão sobre a própria vida. Nessa situação, parece haver uma distância enorme entre o que se deseja para a própria existência e o que se é capaz de pôr em prática. Esse conflito faz do cotidiano uma eterna queda-de-braço entre o desejo e a capacidade de realização. Conheço várias pessoas que acordam todo dia com a sensação de que vão promover uma grande mudança em sua vida, no entanto nunca conseguem fazê-la. São pessoas talentosas, mas que não se realizam. Criativas, porém reprimidas. Produtivas, mas insatisfeitas. Pessoas que estão sempre às vésperas de conseguir dar forma a seus sonhos até que surge algum obstáculo. Elas se sentem como o piloto de corrida que sai na pole position, mas perde a prova porque o carro falhou. Ficam, assim, com a sensação de que, toda vez que as coisas parecem entrar nos eixos, surge um grande azar que estraga tudo. Viver com a impressão de que os sonhos jamais vão se realizar só serve para alimentar o receio de levar adiante um propósito de vida. É como dar um passo à frente e dois atrás – sintoma de que o medo está ditando as regras. E, quando a gente se rende ao medo, fica dias, meses ou anos calculando os riscos de uma atitude ousada, de mudar de emprego, de pôr em jogo uma posição consolidada, de cantar, de morar na praia, de dançar, de atingir o sucesso... Evitamos, então, falar dos sonhos arquivados e dos projetos que não se concretizaram para não ressuscitar emoções conflitantes. E, para sepultar de vez o assunto, dizemos que o mundo é dos vitoriosos. Fazemos um jogo de esconde-esconde: fingimos estar bem e os outros fingem acreditar nisso. E, o que é ainda pior, fingimos para nós mesmos que está tudo bem e nos convencemos a acreditar nisso. VOCÊ CONHECE ALGUÉM ASSIM, NÃO É MESMO? TODOS CONHECEMOS VÁRIAS PESSOAS ASSIM. O QUE FAZ A GENTE SE TORNAR UM RASCUNHO DE SI MESMO? O fato é que, ao não nos darmos conta de que somos os supremos criadores de nossa vida, nós nos tornamos prisioneiros do medo e passamos a viver oprimidos por limitações e cercados por problemas. Apesar de tudo isso, porém, parece haver sempre uma voz interior que reclama atenção e pede uma revisão do rumo da vida. Às vezes essa voz chega a ser tão fraca que é fácil ignorá-la. Mas, de um modo ou de outro, ela está sempre presente. Você ouve essa voz que pede mudanças? Preste atenção nela, pois é um sinal de vida fortíssimo. Sinal de que seus desejos querem romper o confinamento que foi imposto a eles há tanto tempo. Sinal de que é preciso descobrir um ponto de equilíbrio, uma nova maneira de lidar com as emoções e os pensamentos para viver em harmonia. Se você se sente assim, eu o convido a trilhar o caminho da descoberta de sua dimensão espiritual, o caminho que o levará a ser o criador dos resultados que deseja para si mesmo. Proponho, neste livro, cinco passos para você assumir o comando de sua vida. Mais que passos, são pontos para que possamos refletir sobre o que somos, sobre o que vivemos e sobre o que queremos para nossa vida e nos oferecem a oportunidade de pensar e procurar, com força e profundidade, as respostas para as perguntas cruciais da nossa existência. O primeiro deles é fazer uma revisão de sua vida atual, dando espaço para o resgate de antigos sonhos. É o início da retomada da vida que se quer viver. Perguntas como “o que eu gostaria de estar fazendo, onde e com quem?” o ajudam a identificar seus anseios. O segundo passo é cercar-se das ferramentas necessárias à realização do seu projeto de vida. O que é preciso para atingir o objetivo proposto? Pode ser um curso de especialização ou de idiomas, a orientação de um colega no trabalho para a conclusão de algum projeto ou ainda uma conversa franca com sua mulher ou seu marido; o que importa aqui é a postura de humildade para reconhecer alguma deficiência e pedir ajuda. O terceiro passo é assumir a condição de criador do seu destino. É o que chamo de viver a dimensão do criador, e não da criatura. Como criadora, a pessoa se engaja ativamente na busca dos resultados que quer alcançar e deixa de culpar os outros pelo que acontece ou deixa de acontecer em sua vida. O quarto passo trata da necessidade de assumir um compromisso verdadeiro com o que você deseja viver e ter atitudes coerentes com seus objetivos. Esse é um passo essencial na busca da realização. Quando você se dispõe a viva como você cumprir seus compromissos, sem se desviar do caminho que escolheu, sua integridade sai fortalecida. Finalmente, o quinto passo – a negociação do percurso, não do sonho – mostra a importância de fazer ajustes ao longo do caminho. Um ditado chinês diz que não podemos mudar os ventos, mas podemos ajustar as velas. Um dos segredos da realização é ser flexível consigo mesmo e com a vida, sem perder o foco do que é realmente importante. A partir do momento em que você adquire a consciência de sua dimensão espiritual, torna-se realmente responsável pela criação do sucesso e do fracasso, da alegria e da tristeza, da harmonia e do conflito em sua vida. Quanto mais cedo você descobrir qual é seu propósito na vida, mais rapidamente exercerá o genuíno poder de criar os resultados que deseja – com felicidade, amor e alegria. ACREDITE: VOCÊ É ÚNICO. E É MUITO MAIS DO QUE PENSA QUE É. Todos nós crescemos com modelos de sucesso. Desde pequenos, ouvimos coisas do tipo: Siga o exemplo de seu pai, que começou a trabalhar ainda jovem; Seja responsável como fulano; Estude bastante para tirar notas boas como as de sua colega. Em princípio, adotar modelos é uma atitude positiva que nos permite escolher e seguir metas na vida. Mas se espera que, ao conquistar determinado grau de autoconhecimento e de vivência, possamos construir uma identidade própria, ou seja, possamos nos distinguir dos modelos que vínhamos seguindo. Infelizmente, porém, muitos continuam apegados aos modelos e os assumem como se fossem a única maneira de viver o amor, a profissão, os filhos – tudo, enfim. Isso acontece porque, para essas pessoas, a idéia de se espelhar nos outros está de tal modo incorporada ao comportamento que o conceito de sucesso se relaciona ao fato de se tornar iguais a fulano ou atingir tal resultado. E por que fazem isso? Porque têm sede de reconhecimento e amor. Inconscientemente, acham que, se não copiarem seus modelos de sucesso, não serão aceitas. Mas há um problema: ao basear sua identidade e sua vida em referências externas – os outros –, as pessoas acabam criando uma série de dificuldades para si mesmas, afastando-se de tudo aquilo que são e que as faz felizes. Essa idéia de “ser iguais a alguém” , na verdade, só as distancia cada vez mais da auto-aceitação e do reconhecimento das próprias qualidades. Vamos supor que uma moça adote como modelo determinada atriz de televisão. Ao fazer isso, ela baseia seu conceito de sucesso no fascínio, no brilho e na beleza da atriz. Mas, quando a moça se olha no espelho e apenas se compara a seu modelo, deixa de reconhecer o próprio brilho, sua graça, suas qualidades. Ela pode, inclusive, ficar terrivelmente frustrada por julgar-se menos interessante que a atriz, o que certamente afetará sua auto-estima. Para um homem que adota o modelo do executivo bem-sucedido, do tipo que vive em evidência na mídia, o conceito de sucesso são o reconhecimento e o status desse executivo. Esse homem procura construir a carreira tal como fez seu modelo, mas deixa de buscar a realização profissional a seu modo. E, quando compara seus resultados profissionais com os do executivo, pode ficar muito decepcionado consigo mesmo. Perceba, por esses dois exemplos, que é muito fácil um ideal de sucesso levar ao sentimento de fracasso, e esse é o principal problema que o apego aos modelos traz para nossa vida. A partir daí, há um desdobramento de conflitos que nos levam a negar, cada vez mais, quem somos e o que realmente desejamos. DO MODELO A SEU OPOSTO O medo do fracasso também pode nos induzir a criar uma realidade oposta ao que gostaríamos de viver. Digamos que um garoto cujo pai é desinibido e brincalhão, o melhor contador de piadas da festa, assuma como referência de sucesso o comportamento paterno. Como ele não consegue ser tão divertido e simpático quanto o pai, pode se considerar tímido. Ao reforçar as posturas de timidez, o menino cria uma realidade segura e confortável para si mesmo na qual se desobriga da necessidade de ter contato com os outros, de ser comunicativo. Conforme cresce, vai concebendo um universo que espelha exatamente o tímido que diz ser e cujos resultados são sempre os de uma pessoa tímida. O modelo de extroversão que teve um dia e constatou não poder atingir é sistematicamente combatido, e ele se distancia de tal modo de seu ideal – em termos de atitudes, ambiente, comportamento – que se torna exatamente o oposto, ou seja, uma pessoa introvertida. Pelo mesmo motivo, a moça que não consegue ser como a atriz bonita e sexy começa a vestir-se de maneira despojada. Como não se sente aceita pela “tribo” que cultua a atriz, procura a aceitação dos que contestam os modelos de beleza estabelecidos – não por opção, mas por necessidade de incluir-se num grupo. A moça descobre que é mais fácil ser a antítese da atriz do que se parecer com ela e passa a sentir-se reconhecida por refletir exatamente o oposto daquilo que um dia quis ser. Há, inclusive, quem deturpe seu comportamento e comece a viver a vida muito negativamente para obter alguma forma de reconhecimento. Gosto de citar uma frase da terapeuta norte-americana Muriel James que traduz bem isso: Um beijo é melhor do que um tapa, mas um tapa é melhor do que nada. Um bom exemplo da forma como esse princípio funciona é o da criança carente da atenção dos pais. Um dia, revoltada, essa criança derruba o prato de comida. Quando todo mundo a olha, ela percebe que chamou a atenção por ter derrubado o prato e, a partir daí, começa a fazer outros tipos de estrago para ser notada. É pelo mesmo princípio que surge o aluno indisciplinado, que fica tão conhecido quanto aquele que tem bom comportamento, ou o filho bagunceiro, que se destaca tanto quanto o pai organizado. Enfim, surge a pessoa reconhecida não pela aprovação, mas pela crítica. Outros descobrem uma forma de reconhecimento pelo sofrimento. Por isso é que existe a criança doentinha. Quando está bem de saúde, ninguém presta atenção nela, mas se ficar doente passa a receber todo tipo de estímulo. Essa criança então pensa: É bom ficar doente. E a doença começa a fazer parte de sua vida para torná-la merecedora de toda a atenção de que necessita. AUTO-SABOTAGEM Outra conseqüência da aversão ao fracasso são os diálogos internos negativos, uma desculpa qualquer que adotamos para estabelecer a auto-sabotagem e para fugir ao confronto com nossas dificuldades de ser ou agir como os modelos que elegemos. Um bom exemplo é o da pessoa convidada para dar uma palestra. Com medo de parecer inadequada, de não atender às expectativas ou de passar por algum vexame, essa pessoa cria uma desculpa do tipo: Adoraria dar a palestra, mas tenho dificuldade de falar em público... Ora, essa não é uma justificativa para se recusar a dar a palestra. Ninguém nasce pronto para falar em público. Qualquer pessoa na frente de cem, quinhentos, mil ouvintes terá de superar diversas dificuldades para se dirigir à platéia, mas isso não pode servir de desculpa para não enfrentar o risco do fracasso. Chegamos até a provocar doenças e impedimentos físicos para escapar das circunstâncias que mais tememos. Quem não teve uma tremenda dor de barriga antes de enfrentar um grande desafio, um teste na escola ou uma entrevista de emprego? Eu mesmo vivi uma situação que ilustra bem isso. Certa vez fui convidado a falar num congresso ao lado de Otávio Rivas e de Carlos Aloísio, dois professores a quem admiro muito. Era algo tão honroso, tão maravilhoso, e ao mesmo tempo tão amedrontador, que eu perdi a voz. Que coincidência, perder a voz bem às vésperas de me expor ao lado de profissionais tão talentosos! É óbvio que eu tinha receio de não estar à altura dos dois. Bem, um dia antes do congresso, Otávio conversou comigo. Disse que eu não tinha de ser igual a ninguém e mostrou-me que era especial por mim mesmo. Depois disso, como num passe de mágica, minha voz voltou. As estratégias que as pessoas desenvolvem para ser reconhecidas de algum modo sustentam-se vida afora e reproduzem-se nas mais diversas situações da existência – no trabalho, nos relacionamentos, no amor. A garotinha torna-se uma boa moça para ser aceita pelo pai, pois, se for desobediente, ele não a aceitará, não a porá no colo nem a amará. Ser boazinha passa a ser a sua verdade, e ela deixa de falar aquele “não” que deseja dizer. Mais tarde, a moça trabalha com um chefe que pede coisas e mais coisas – e ela faz, porque não sabe negar nada. Outro exemplo é o do jovem que se torna rebelde para se auto-afirmar perante os amigos. A partir daí, começa a desafiar toda pessoa que represente o papel de autoridade – o pai, o professor, o patrão, o policial – e cria muitos conflitos em sua vida. Há, por outro lado, o jovem que segue a profissão dos pais sem questionar se é isso que realmente quer, só para continuar a tradição da família. Essa idéia de “me ame e me aceite” é um convite para viver a verdade dos outros e aceitá-la como se fosse o próprio ideal. Muita gente segue o modelo da estrela, do executivo, do tímido ou do rebelde porque acredita que precisa ser assim. Desde o momento em que começamos a “comprar” essa “verdade”, passamos o resto da vida sendo o que não somos. Ao assumir uma identidade que não é a sua, a pessoa perde a referência do que é e do que deseja verdadeiramente. Passa a violentar-se. Começa a fazer o que lhe traz algum ganho, e não o que lhe dá prazer. Age para atender as expectativas do outro, não as próprias . Diz uma coisa quando gostaria de dizer outra. Faz tudo em razão das referências externas, mas nada por si própria. Acha que é amada pelo que faz, e não pelo que é. Infelizmente, o que mais encontramos são pessoas que se limitam a ser uma cópia de seus modelos de sucesso. E, ainda que sejam bem-sucedidas, não conseguem sentir-se completamente felizes, porque não sabem quem são. As soluções só surgem no momento em que a pessoa passa a discernir o que serve para a própria vida e a descobrir o seu modo de ser, criando os resultados desejados. É isso que você começará a fazer a partir de agora.

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