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Você É o Autor da Sua História - Como Se Reinventar e Se Livrar das Desculpas... (Cód: 2876909)

Chandler, Steve

Sextante / Gmt

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Você É o Autor da Sua História - Como Se Reinventar e Se Livrar das Desculpas...

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Descrição

Encare cada novo dia como uma página em branco, pronta para receber o que você quiser contar. - Steve Chandler
A sua história começa a ser criada no dia em que você nasce. Primeiro, é contada por seus pais ou responsáveis. Depois, por você mesmo, com base no que lhe transmitiram, no que vivenciou e no que acha que deve fazer para agradar aos outros.

O problema é que, em geral, ela diz que você não é bom o bastante do jeito que é, revelando seus medos e mágoas mais profundos. Mesmo assim, você nem pensa em abandoná-la, pois ela já se tornou um escudo para se defender do mundo e não se mostrar como é de verdade.

Mas isso tudo não passa de uma invenção e está bem longe de traduzir seus verdadeiros desejos, ambições e sentimentos. Você é o autor da sua história mostra como o apego a um roteiro predeterminado pode restringir seu sucesso e impedir sua felicidade plena.

Além de comentar passagens da vida de personagens célebres, como Elvis Presley, Van Gogh, Gandhi e Lázaro, Steve Chandler faz relatos pessoais e inclui ricos diálogos com pessoas que já orientou, procurando tirar sempre uma lição valiosa de seu exemplo de superação, assim como de seus erros e fracassos.

Este livro vai inspirá-lo a usar o imenso poder de mudança que existe dentro de si mesmo para se libertar das influências externas que pesam sobre suas escolhas e seu destino. Quando você souber separar a sua verdadeira vontade das cobranças do mundo, poderá optar entre abrir mão de sua velha história para criar outra mais positiva ou simplesmente não seguir roteiro algum e se reinventar todos os dias.

Características

Peso 0.25 Kg
Produto sob encomenda Sim
Editora Sextante / Gmt
I.S.B.N. 9788575425466
Altura 21.00 cm
Largura 14.00 cm
Profundidade 1.00 cm
Número de Páginas 120
Idioma Português
Acabamento Brochura
Cód. Barras 9788575425466
Número da edição 1
País de Origem Brasil
AutorChandler, Steve

Leia um trecho

CAPÍTULO 1 Como você adquiriu a sua história? “Todas as crianças nascem artistas. O desafio é continuarem artistas depois que crescem.” – Pablo Picasso Durante a infância, você, assim como a maioria das crianças, deve ter se visto rodeado por adultos exigindo que se sobressaísse ou mostrasse logo um talento a fim de terem o que contar aos outros. Eles não esperavam que você construísse a sua vida – só estavam interessados na sua história. Desde cedo você foi obrigado a se enquadrar em parâ - metros determinados por essas pessoas e, a partir daí, passou a recontar para si mesmo e para os outros uma história que nunca traduziu de fato seus anseios e vontades. Sim, a sua história é algo artificial, inventado por você e pelos que o cer - cam. E digo mais: ela representa um obstáculo a todas as coisas que você deseja conquistar.Vou falar sobre um exemplo de vida que tem muito a ver com a minha história. Charlie Lau era treinador de beisebol. Ele se tornou um respeitado técnico de rebatidas de sua época, embora no passado, por um longo tempo, ele tenha sido péssimo nisso. Du - ran te parte de sua carreira, sua média de aproveitamento fora de 18% por temporada – longe dos 30% que os melhores jogadores atingem. Até que, em 1962, ele mudou radicalmente seu estilo para tentar uma vaga no time dos Baltimore Orioles. Desesperado, Charlie resolveu adotar uma postura resgatada do século XIX: pés bem afastados, taco quase paralelo ao solo. E, assim, bateu o recorde da liga profissional. Sua média saltou para 29,4%. Ele aprendeu a rebater e em pouco tempo estava pronto para passar seu conhecimento para outros atletas. Na década de 1980, ele ensinou George Brett a acertar quase 40%. Dizia-se então que ele era o melhor técnico que já existira. Charlie Lau, obviamente, não tinha um talento inato, mas se esforçou para evoluir. Aprendeu muito mais sobre rebatidas do que os jogadores eficientes que não precisavam se esforçar. Talvez seja por meio da dor e do esforço que o ser humano mais cresça. E esta pode ser a razão pela qual os melhores treinadores esportivos são aqueles que fracassaram mui tas vezes. Raros são os treinadores que se destacaram também como jogadores. Em seu livro O mito da doença mental, o célebre psiquiatra Dr. Thomas Szasz diz o seguinte: “Cada ato de aprendizado consciente exige disposição para sofrer golpes na autoes tima. É por isso que as crianças, que ainda não se tornaram conscientes de seu próprio valor, aprendem com tanta facilidade; e é por isso que pessoas mais velhas, especialmente as mais vaidosas ou presunçosas, não conseguem aprender de modo algum.” Muitos adultos são mesmo vaidosos e presunçosos. Nunca admitem que não sabem alguma coisa. Suas histórias se apoiam na convicção de que já aprenderam tudo o que há de importante. Eles associam sua autoestima ao sentimento de plenitude – como se fossem uma obra de arte perfeita mente acabada. A falsidade e a fragilidade da história de uma pessoa aparecem quando ela passa por uma situação difícil. Minha amiga Marianne, que é advogada, estava preocupada com um grande problema. Ela precisava trabalhar num julgamento importante, mas não conseguia achar disposição para lidar com as pesquisas e as comunicações prévias necessárias. A história de Marianne não deixava que ela agisse. Dizia que ela deixava tudo para a última hora e que não era uma advogada adulta e confiável, mas uma farsa. Eu era o orientador de Marianne e, como Charlie Lau, havia aprendido uma nova estratégia para superar minha falta de habilidade para acertar. No jogo da vida, passei anos acertando cerca de 18%. Mas minha nova postura de ataque me proporcionou uma boa melhora no meu aproveitamento. – Essa história de você deixar tudo para depois não é verdadeira – eu disse a Marianne. – Quer resolver seu problema atual? – Sim. É por isso que estamos trabalhando juntos. Sabe como fazê-lo? – Sei. Esmague-o. – O que quer dizer com isso? – Tome atitudes firmes que sufoquem o problema. Pratique ações absurdamente desproporcionais. Confunda o problema. Chute-o para fora do Universo. Aniquile, abata, pulverize-o. Esse é o meu conselho. Marianne começou a rir. Depois se mostrou interessada. – Eu posso fazer isso – ela disse, com esperança. – Mas não é do meu feitio. – Lá vem você de novo... Está se confundindo com a sua história. Você não é a sua história. Ela é uma invenção. – Então quem sou eu? – Que tal uma esmagadora de problemas? Marianne pôs ordem na casa. Organizou seu escritório para estimular a ação. Chegava cedo ao trabalho e, em vez de tentar deduzir quanta energia tinha para dar àquele projeto,em vez de tentar ajustar sua força à tarefa em questão, Marianne se superou. Mergulhou de cabeça. Horas e horas de massacre frenético. Ela detestava o problema e estava usando toda a sua energia para aniquilá-lo. Quando a encontrei algumas semanas depois, perguntei como tinha sido o julgamento, e ela respondeu: – Venci. Em grande estilo. Todo mundo ficou pasmo. Os adversários praticamente desistiram. – Muito bem. E o que você aprendeu com isso? – Que eu era menosprezada pelo meu problema. Era ridicularizada e humilhada por ele. Fazia com que me sentisse menos do que sou. Havia uma menininha em mim que não estava recebendo os devidos cuidados, e eu estava permitindo que ela acreditasse em coisas negativas sobre si mesma: que não era feita para o mundo adulto, não era boa o bastante e tinha mania de adiar tudo. – E qual é a sua nova história? – Eu não preciso ter uma, nem pretendo. Quero ser capaz de simplesmente realizar ações diretas, baseadas no objetivo que eu determinar. – Perfeito. E quanto à história externa? – Sou a advogada mais obstinada e bem preparada da cidade.Como eu seria capaz de fazer tudo aquilo se isso não fosse verdade? – Você tornou isso verdadeiro no momento em que agiu. Você possui o poder de fazer qualquer coisa se tornar real num instante. É só voltar àquele lugar de pureza e poder, mergulhar no presente e sair de sua história. O Dr. Thomas Szasz acertou em cheio quando disse que você precisa sofrer um golpe em sua autoestima para aprender algo novo e que é por isso que os adultos detestam aprender coisas novas. Subconscientemente, sabem que terão que ferira si mesmos – ou, para colocar de outro modo, precisarão abandonar suas histórias.