Artboard 33atençãoArtboard 18atualizarconectividadeArtboard 42boletocarrinhocartãoArtboard 45cartão SaraivacelularArtboard 42Artboard 23checkArtboard 28Artboard 17?compararcompartilharcompartilhar ativoArtboard 28Artboard 43Artboard 49Artboard 47Artboard 15Artboard 32ebookArtboard 22Artboard 5Artboard 25Artboard 1Artboard 42Artboard 11fecharfilmesArtboard 23gamesArtboard 4Artboard 9Artboard 6hqimportadosinformáticaArtboard 7Artboard 3Artboard 12Artboard 25Artboard 34Artboard 43Artboard 44curtirArtboard 24Artboard 13livrosArtboard 24Artboard 31menumúsicaArtboard 27Artboard 30Artboard 36Artboard 44outrospapelariaArtboard 17Artboard 6Artboard 27Artboard 30Artboard 29Artboard 26Artboard 2Artboard 20Artboard 35estrelaestrela ativorelógiobuscaArtboard 50Artboard 26toda saraivaArtboard 40Artboard 21Artboard 10Artboard 37usuárioArtboard 46Artboard 33Artboard 8seta

Vovó Vigarista (Cód: 4903685)

Walliams,David

Intrinseca

Vendido e entregue por Saraiva

Ooops! Este produto não está mais a venda.
Mas não se preocupe, temos uma versão atualizada para você.

Ooopss! Este produto está fora de linha, mas temos outras opções para você.
Veja nossas sugestões abaixo!

De: R$ 29,90

Por: R$ 23,90

em até 1x de R$ 23,90 sem juros
Cartão Saraiva: 1x de R$ 22,71 (-5%)

Total:

Em até 1x sem juros de


Crédito:
Boleto:
Cartão Saraiva:

Total:

Em até 1x sem juros de


Vovó Vigarista

R$23,90

Quer comprar em uma loja física? Veja a disponibilidade deste produto

Entregas internacionais: Consulte prazos e valores de entrega para regiões fora do Brasil na página do Carrinho.

ou receba na loja com frete grátis

X
Formas de envio Custo Entrega estimada

* Válido para compras efetuadas em dias úteis até às 15:00, horário de Brasília, com cartão de crédito e aprovadas na primeira tentativa.

X Consulte as lojas participantes

Saraiva MegaStore Shopping Eldorado Av. Rebouças, 3970 - 1º piso - Pinheiros CEP: 05402-600 - São Paulo - SP

Descrição

Se você acha que toda vovozinha é igual, precisa conhecer a avó de Ben. Ela poderia se passar por uma senhorinha qualquer: é velha, usa um casaquinho lilás e faz palavras-cruzadas. Toda sexta-feira Ben dorme na casa dela, e isso para ele é o fim. No jantar sempre tem repolho, a tevê nunca funciona e a avó o faz ir para a cama às oito da noite. E no dia seguinte nem tem aula! Como qualquer outro menino, Ben acha tudo isso chato demais. Ou pelo menos achava, até descobrir que a coisa toda não passa de um disfarce: vovó, na verdade, é uma vigarista internacional, a ladra de joias mais procurada do mundo. Agora, juntos, eles vão planejar o maior roubo de todos os tempos. Você com certeza vai rir bastante. E pode até chorar. Mas nunca, nunca mais vai pensar em vovós como antes.

Características

Produto sob encomenda Não
Editora Intrinseca
Cód. Barras 9788580573459
Altura 21.00 cm
I.S.B.N. 9788580573459
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Tradutor Edmundo Barreiros
Ilustrador Tony Ross
Ano da edição 2013
Idioma Português
País de Origem Brasil
Número de Páginas 240
Seller ID 1
Peso 0.23 Kg
Largura 14.00 cm
AutorWalliams,David

Leia um trecho

— Mas a vovó é tãããão chata! — disse Ben. Era uma noite fria de sexta-feira em novembro e, como sempre, ele estava encolhido no banco de trás do carro dos pais. Ia passar mais uma noite na temível casa da avó. — Todos os velhos são. — Não fale assim da sua avó — disse o pai, com seu barrigão imprensado no volante do pequeno carro marrom da família. — Detesto fi car com ela — protestou Ben. — A tevê daquela casa não funciona, a vovó só quer saber de fazer palavras-cruzadas comigo e além de tudo ela fede a repolho! — Temos que ser justos com o menino: ela fede mesmo a repolho — concordou a mãe, passando um lápis de boca de última hora. — Querida, assim você não está ajudando — resmungou o pai. — Na pior das hipóteses, mamãe tem um leve odor de legumes cozidos. — Eu não posso ir com vocês? — implorou Ben. — Eu adoro dança de balão — mentiu. — O nome é dança de salão — corrigiu o pai. — E você odeia isso. Uma vez até disse as seguintes palavras: “Prefi ro comer meleca a ver essa bobagem.” Já os pais de Ben realmente adoravam dança de salão. Às vezes o menino achava que eles gostavam mais disso do que dele. Havia um programa na tevê que passava nas noites de sábado e que seus pais nunca perdiam, Dançando com Superestrelas, no qual celebridades faziam par com dançarinos profi ssionais. Na verdade, se um dia a casa deles pegasse fogo e a mãe tivesse que escolher entre salvar o brilhante sapato dourado de sapateado usado por Flavio Flavioli (o dançarino italiano bronzeado e bonitão que aparecia em todas as edições do tal programa) ou seu único fi lho, Ben achava que ela provavelmente escolheria o sapato. Naquela noite, os pais estavam indo assistir a Dançando com Superestrelas ao vivo. — Não sei por que você não desiste desse sonho maluco de ser encanador, Ben, e considera a ideia de se tornar um dançarino profi ssional — disse a mãe, fazendo um risco no rosto com o lápis de boca ao passarem por um quebra-molas especialmente capaz de quebrar as molas do carro. A mãe tinha o hábito de se maquiar no carro, o que signifi cava que não raramente chegava aos lugares parecendo um palhaço. — E talvez, quem sabe, você acabe aparecendo no Dançando com Superestrelas! — acrescentou ela, empolgada. — Porque acho ridículo fi car saltando de um lado para o outro que nem um macaco — disse Ben. Soltando um muxoxo de ofendida, a mãe pegou um lenço de papel. — Você está deixando sua mãe triste. Agora fi que quieto, Ben, por favor, como o bom menino que você é — interveio o pai com fi rmeza, e aumentou o som do carro. Para variar, estava tocando o CD do Dançando com Superestrelas. Uma etiqueta na capa dizia: Cinquenta Clássicos Inesquecíveis do Grande Sucesso da Tevê. Ben odiava aquele CD, no mínimo por já tê-lo escutado mais de um milhão de vezes. Na verdade, já ouvira tanto aquelas músicas que agora lhe pareciam instrumentos de tortura. A mãe de Ben era manicure no salão do bairro, o Elza Embeleza. Como não tinham muitas clientes, ela e a outra mulher que trabalhava lá (que obviamente se chamava Elza) passavam o dia fazendo as unhas uma da outra. Tiravam a cutícula, lixavam, limpavam, hidratavam, passavam base, esmalte, óleo secante e extrabrilho. Elas cuidavam das unhas o dia inteiro (a menos que Flavio Flavioli estivesse em algum programa vespertino na tevê). Isso signifi cava que a mãe dele sempre chegava em casa com unhas postiças muito compridas e multicoloridas nos dedos. Já o pai de Ben trabalhava como segurança de supermercado. O ponto alto de sua carreira de vinte anos até então tinha sido flagrar um idoso que estava com dois potes de margarina escondidos na calça. Apesar de agora estar gordo demais para correr atrás de qualquer ladrão, ele com certeza poderia bloquear a porta e impedir uma fuga. Os dois, mãe e pai, se conheceram quando ele a acusou equivocadamente de furtar um saco de batatas fritas. Menos de um ano depois estavam casados. Virando a esquina, eles chegaram a Grey Close, onde ficava a casinha da vovó. Era apenas mais um de uma série de chalés pequenos e tristes, habitados principalmente por gente velha. O carro parou, e Ben lentamente virou a cabeça na direção da casa: lá estava a avó, olhando ansiosa pela janela da sala. Esperando. Esperando. Ela sempre estava à janela à espera dele. Há quanto tempo ela está ali?, pensou Ben. Desde a semana passada? Ben era seu único neto, e, pelo que ele sabia, ninguém mais a visitava. Vovó acenou para ele e abriu um pequeno sorriso. Rabugento como estava, o menino só conseguiu retribuir com um sorrisinho indeciso. — Bem, voltaremos para buscar você amanhã de manhã, por volta das onze — disse o pai, sem nem mesmo desligar o carro. — Não pode ser às dez? — Ben! — rosnou o pai. Ele soltou a trava da porta e Ben saiu do carro resmungando. Ele não precisava mais da trava, é claro: tinha onze anos e era muito improvável que tentasse abrir a porta enquanto o carro estivesse em movimento. Suas suspeitas eram de que o pai só usava aquilo quando ia levá-lo à casa da avó, para impedi-lo de fugir. A porta bateu depois que ele saiu e o motor tornou a acelerar. Antes que pudesse tocar a campainha, a vovó abriu a porta. Ben foi atingido no rosto por uma lufada bem forte de cheiro de repolho. Era como uma bofetada de fedor.