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Wild Cards - o Começo de Tudo - Livro 1 (Cód: 4889177)

Martin,George

Casa Da Palavra

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Descrição

Ao fim da Segunda Guerra Mundial, a Terra é salva por pouco de um meteoro alienígena. Porém, o vírus que a bomba espacial carrega cai em Nova York e, gradativamente, espalha-se pelo mundo, contaminando parte da população e dotando parte dos sobreviventes com poderes especiais. Alguns foram chamados de ases, pois receberam habilidades mentais e físicas, alguns foram amaldiçoados com alguma deficiência bizarra e, por isso, batizados de coringas. Parte desses seres, agora especiais, usava seus poderes a serviço da humanidade, enquanto outros despertaram o pior que havia dentro de si. Série criada pelo genial George R. R. Martin a partir do jogo de RPG GURPS Supers, que desenvolveu para se distrair com seus amigos. O primeiro volume conta a história dos principais personagens que povoarão as páginas desta série de 22 títulos (editada e também escrita pelo autor de As crônicas de Gelo e Fogo).

Características

Produto sob encomenda Não
Editora Casa Da Palavra
Cód. Barras 9788580445107
Altura 23.00 cm
I.S.B.N. 9788580445107
Profundidade 0.04 cm
Acabamento Capa dura
Tradutor Alexandre Martins, Edmundo Pedreira Barreiros e Peterso Rissatti
Número da edição 1
Ano da edição 2013
Idioma Português
Número de Páginas 480
Peso 0.52 Kg
Largura 16.00 cm
AutorMartin,George

Leia um trecho

A ÚLTIMA AVENTURA DE JETBOY! Howard Waldrop O Campo de Aviação Bonham, em Shantak, Nova Jersey, estava fechado em razão do mau tempo. O pequeno holofote na torre mal expulsava a escuridão no nevoeiro rodopiante. Houve o som de pneus de carro no piso molhado em frente ao hangar 23. Uma porta de carro se abriu, um momento depois se fechou. Passos alcançaram a porta de serviço. Ela se abriu. Scoop Swanson entrou, carregando sua Kodak Autograph Mark II e uma bolsa de lâmpadas de flash e filmes. Lincoln Traynor se ergueu do motor do P-40 excedente, que estava reformando para um piloto de linha aérea que o comprou em um leilão por 293 dólares. A julgar pela forma do motor, devia ter sido pilotado pelos Tigres Voadores, em 1940. O rádio na bancada de trabalho transmitia um jogo. Linc diminuiu o som. – Oi, Linc – disse Scoop. – Oi. – Nada ainda? – Não, estou esperando. O telegrama que ele mandou ontem disse que chegaria esta noite. É o suficiente para mim. Scoop acendeu um Camel com uma caixa de fósforos Three Torches que pegou na bancada. Soprou fumaça na direção da placa de “Absolutamente Proibido Fumar” nos fundos do hangar. – Ei, o que é isso? – Ele caminhou até os fundos. Ainda em suas embalagens, havia duas extensões de asa vermelhas e dois tanques de cerca de mil litros em forma de gota para instalar sob as asas. – A Força Aérea enviou ontem de São Francisco. Chegou outro telegrama para ele hoje. Você deveria ler, é quem está escrevendo a história. Linc lhe deu as ordens do Departamento de Guerra. PARA: Jetboy (Tomlin, Robert NMI) ORIGEM: Campo de Aviação Bonham Hangar 23 Shantak, Nova Jersey 1. Efetivo esta data 1.200 horas Zulu, 12 de agosto de 1946, você não está mais em serviço ativo, Força Aérea do Exército dos Estados Unidos. 2. Sua aeronave (modelo experimental – no serv. JB-1) está por meio deste retirada da ativa, Força Aérea do Exército dos Estados Unidos, e repassada a você como aeronave particular. Material de apoio da FAEUA ou do Departamento de Guerra não será mais enviado. 3. Registros, comendas e prêmios repassados em envio separado. 4. Nossos registros mostram que Tomlin, Robert NMI não obteve brevê. Por favor, entre em contato com CAB para cursos e certificação. 5. Céu limpo e de vento em popa. Por Arnold, H.H. CEM, FAEUA ref: Ordem executiva #2, 8 de dezembro de 1941 – O que é essa coisa de ele não ter brevê? – perguntou o jornalista. – Vasculhei o arquivo sobre ele; tem trinta centímetros de espessura. Droga, ele deve ter voado mais rápido e mais longe, derrubado mais aviões que qualquer um... quinhentos aviões, cinquenta navios! Ele fez isso sem um brevê? Linc limpou gordura do bigode. – É. Aquele era o garoto mais louco por aviões que eu já vi. Em 1939, não podia ter mais de 12 anos, ouviu falar que havia um emprego aqui. Apareceu às quatro da manhã; fugiu do orfanato para fazer isso. Vieram pegá-lo. Mas é claro que o professor Silverberg o contratou, acertou isso com eles. – Silverberg, o que os nazistas mataram friamente? O cara que fez o jato? – É. Anos à frente de todo mundo, mas esquisito. Montei o avião para ele, Bobby e eu fizemos isso à mão. Mas Silverberg fez os jatos; os motores mais desgraçados que já vi. Os nazistas e os italianos, e Whittle, na Inglaterra, haviam começado os deles. Mas os alemães descobriram que alguma coisa estava acontecendo aqui. – Como o garoto aprendeu a voar? – Acho que ele sempre soube – disse Lincoln. – Um dia ele está aqui me ajudando a dobrar metal. No dia seguinte, ele e o professor estão voando a 650 quilômetros por hora. No escuro, com aqueles primeiros motores. – Como eles mantiveram o segredo? – Não muito bem, os espiões vieram atrás de Silverberg; queriam ele e o avião. Bobby tinha saído com ele. Acho que ele e o professor sabiam que havia alguma coisa. Silverberg lutou tanto que os nazistas o mataram. Depois foi o escândalo diplomático. Na época o JB-1 só tinha seis armas calibre .30, e não sei onde o professor as arrumou. Mas o garoto cuidou do carro cheio de espiões com isso, e aquela lancha no Hudson cheia de gente da embaixada. Todos com vistos diplomáticos. – Só um segundo – Linc se interrompeu. – Fim de uma rodada dupla em Cleveland. Na Blue Network. Ele aumentou o volume do rádio Philco de metal que estava acima do quadro de ferramentas. “... Sanders para Papenfuss, para Volstad, uma jogada dupla. É isso. Então o Sox perdeu dois para o Cleveland. Voltaremos...” Linc desligou. – Lá se vão cinco pratas – disse ele. – Onde eu estava? – Os alemães mataram Silverberg e Jetboy se vingou. Ele foi para o Canadá, certo? – Se juntou à Força Aérea canadense extraoficialmente. Lutou na Batalha da Grã-Bretanha, foi para a China com os Tigres contra os japas, estava de volta à Grã- -Bretanha para Pearl Harbor. – E Roosevelt o colocou no serviço ativo? – Mais ou menos. Sabe, tem uma coisa engraçada sobre a carreira dele. Ele luta a guerra inteira, mais que qualquer outro norte-americano, do final de 1939 até 1945, e então, bem no final, desaparece no Pacífico. Durante um ano todos achamos que estava morto. Então eles o acham naquela ilha deserta mês passado e agora está voltando para casa. Houve um zumbido alto e fino, como um avião a hélice em um mergulho. Vinha do céu nebuloso do lado de fora. Scoop pegou o terceiro Camel. – Como ele consegue pousar nesta sopa? – Tem um radar para todos os climas, tirou de um caça noturno alemão em 1943. Poderia pousar aquele avião na lona de um circo à meia-noite. Eles foram até a porta. Duas luzes de aterrissagem, girando, perfuraram a neblina. Elas baixaram até a extremidade oposta da pista, se viraram e voltaram pela pista de taxiar. A fuselagem vermelha brilhava à luz envolta em cinza da pista de pouso. O bimotor de asa alta virou na direção deles e deslizou até parar. Linc Traynor colocou um conjunto de travas duplas sob cada um dos dois trens de pouso traseiros de três rodas. Metade do nariz de vidro do avião se levantou e deslizou para trás.

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